Uma criança de 1 ano e 8 meses foi socorrida após ingerir loló em uma residência de São Mateus, no Norte do Espírito Santo, em 2 de novembro de 2026. Segundo a Polícia Militar (PM), o bebê foi levado ao Hospital Estadual Roberto Arnizaut Silvares e estava fora de perigo.
De acordo com a PM, outras crianças que estavam no imóvel disseram aos policiais que uma vizinha teria levado a substância para a casa. A versão sobre como o produto ficou ao alcance do bebê foi contestada pela mulher apontada nos relatos.
A mãe da criança, de 22 anos, e a vizinha, de 19, foram encaminhadas à Delegacia Regional de São Mateus. O caso ocorreu durante a madrugada e mobilizou equipes policiais e de atendimento médico.

A Polícia Civil (PC) informou que as duas mulheres foram autuadas por lesão corporal no contexto da Lei Henry Borel (Lei nº 14.344/2022). A apuração envolve relatos divergentes sobre a presença do loló na residência e desdobramentos diferentes para a mãe e a vizinha.
Bebê teria ingerido loló que ficou ao alcance dentro de casa
O major Bergamin, da Polícia Militar, informou que uma equipe foi acionada e esteve na residência. Segundo relatos de outras crianças que estavam no imóvel, uma vizinha teria levado a substância para a casa.
De acordo com essa versão, o loló ficou ao alcance da criança, que teria pegado e ingerido o produto. A apuração sobre o caso em que um bebê ingere loló em São Mateus considera esses relatos, sem tratar a forma como a substância chegou à residência como confirmada.
A mãe procurou atendimento médico ao perceber o que havia acontecido. A mulher apontada pelas crianças como responsável por levar o produto apresentou uma versão diferente à polícia.
Mãe e vizinha foram autuadas após relatos divergentes
Já no hospital, a vizinha negou a versão apresentada inicialmente sobre a presença do loló na casa. Segundo a Polícia Militar, ela afirmou que a mãe da criança também seria usuária da substância.
Após o encaminhamento à Delegacia Regional de São Mateus, os desdobramentos foram diferentes para as duas mulheres. A mãe, de 22 anos, foi liberada para responder em liberdade depois do pagamento da fiança arbitrada pela autoridade policial da Central de Teleflagrante.
A vizinha, de 19 anos, não pagou a fiança estipulada pela autoridade policial. Por isso, conforme a Polícia Civil, ela foi encaminhada ao sistema prisional.


